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O Hipismo no mundo



 
 
A parceria entre homem e cavalo é quase tão antiga quanto a própria humanidade. A prática da equitação está presente nas mais antigas civilizações. Provas de Hipismo (corridas) já eram disputadas nos Jogos Olímpicos da Grécia, e são célebres os torneios de cavaleiros ocorridos na Idade Média em toda a Europa.

O Hipismo, na forma como o conhecemos, sofreu uma lenta evolução. Seus princípios mais fortes foram desenvolvidos na França e na Inglaterra a partir do século XVII. Nesta época era praticado principalmente por militares, pois o cavalo ainda era utilizado largamente como arma de guerra nos exércitos.

 
  Os concursos hípicos modernos nasceram nos Estados Unidos, em 1883. No início do século XX já era um esporte consolidado e praticado em várias partes do mundo, só que ainda restrito aos militares. Sua primeira participação na Olimpíada moderna aconteceu em 1900, em Paris, na França, apenas na categoria saltos.

 

Ake Hoek, da Suécia, e seu cavalo saltam um obstáculo nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1912.

  Somente em 1912, nos Jogos de Estocolmo, na Suécia, é que o esporte passou a integrar definitivamente o programa olímpico.

O hipismo, nas primeiras olimpíadas, se resumia em montar no cavalo e pular cerca. Não havia seqüências de obstáculos (um percurso) e as competições eram feitas apenas por saltos em "distância" e "altura", que alguns anos mais tarde desapareceram com a introdução do CCE (Concurso Completo de Equitação).


 

Frederico Caprilli

  As primeiras modificações foram introduzidas em 1902, dois anos depois do esporte participar pela primeira vez de uma Olimpíada. Consta que foram introduzidas pelo italiano Frederico Caprilli. Ele introduziu cercas (em número de 15 e 20) uma atrás da outra, criando assim o que hoje chamamos de "percurso".

O esporte hípico, em geral, passou a ganhar maior notoriedade na década de 30 com o aparecimento, em 1932, do atleta japonês Takeichi Nishi, num filme com Charlie Chaplin, Douglas Fairbanks e Mary Pickford.
 
O esporte, então,  passou a ser divulgado nas telas de cinema de Hollywood, porém ficando limitado à elite da sociedade. O atleta japonês faleceu  durante a Segunda Guerra Mundial, em Iwo Jima, supostamente num ato suicida.

Os militares dominaram as competições até 1952,  em função do intenso uso do cavalo em suas atividades diárias, mas essa hegemonia foi quebrada por um civil francês, Jonqueres d'Oriola, que ganhou a medalha de ouro em Helsinki, Finlândia.

 
Barão Takeichi Nishi (1902-1945) com Uranus
 

Patrícia Smythe
 
Em 1956 essa supremacia no esporte hípico foi amplamente assumida pela Alemanha, que mais tarde passou a dividi-la com os ingleses, que  desenvolveram técnicas avançadas de controle dos animais.

A primeira medalha entregue a uma mulher foi em 1956, quando a inglesa Patrícia Smythe conseguiu um bronze por equipes.

Mundialmente hoje, as principais forças do hipismo são França, Suécia, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos.
   
  Fontes: Diversas

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